Em busca de apoio e propostas para a economia, setor produtivo debate prioridades com Flávio Bolsonaro em São Paulo

Com o objetivo de apresentar as demandas do empresariado nacional ao debate presidencial do segundo turno, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) promoveu, nesta terça-feira (13), em São Paulo, mais uma edição do Encontro do Associativismo, com a presença do senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro. O evento reuniu 40 representantes de federações e associações comerciais de 17 estados.

Marquezan Araújo

MinC abre inscrições para fomento à Rede de Pontões Cultura Viva

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, publicou, nesta sexta-feira (2), o 2º Edital de Seleção para Fomento à Rede de Pontões Cultura Viva. Com investimento inicial de R$ 7,8 milhões, a iniciativa celebrará Termos de Compromisso Cultural com, no mínimo, 13 entidades da sociedade civil.

Fortaleza recebe unidade do MovCEU que irá percorrer as 12 regiões administrativas do município

Fortaleza recebeu uma unidade do MovCEU que vai percorrer os bairros das doze regiões administrativas da cidade. O veículo funciona como um centro cultural móvel e vai oferecer atividades de leitura, cinema ao ar livre e oficinas culturais.

Redação Brasil 61

2º Encontro dos Judocas no Kina do Feijão

Acontecerá no dia 17 de outubro, às 11 h. o 2º Encontro dos Judocas de Outrora. O evento será realizado na Rua João Cordeiro, 1697 – Aldeota, no restaurante Kina do Feijão. Compareçam!

Eleições podem ser uma oportunidade para abrir diálogo e conscientizar crianças e adolescentes sobre participação, direitos e convivência democrática

No dia 25 de outubro, os brasileiros voltam às urnas para escolher seus representantes no segundo turno das eleições. As decisões tomadas nas urnas afetam toda a sociedade, inclusive crianças e adolescentes. Segundo o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tinha 40,1 milhões de pessoas de até 14 anos, equivalentes a 19,8% da população. Embora a maior parte ainda não vote, esse público já convive com os efeitos das escolhas políticas e com os discursos que circulam na família, na escola, na televisão, nas redes sociais e nas ruas. Para Clemilson Graciano da Silva, Especialista de Proteção Integral e Solidariedade da Província Marista Brasil Centro-Norte – PMBCN, o período eleitoral pode ser aproveitado como oportunidade de educação para a cidadania. “É importante explicar que democracia vai além do voto. Ela envolve participação, direitos, responsabilidades, respeito às diferenças e construção coletiva. Praticar a escuta das crianças e dos adolescentes nos permite acompanhar, desde cedo, a formação de noções sobre cidadania que eles levarão para a vida”, afirma. Crianças e adolescentes são cidadãos no presente Falar em educação democrática também exige reconhecer crianças e adolescentes como sujeitos de direitos no presente, e não apenas como “eleitores do futuro”. O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura, entre outros aspectos, liberdade de opinião e expressão e participação na vida familiar e comunitária. Na adolescência, essa aproximação ganha outra dimensão: no Brasil, o voto é facultativo a partir dos 16 anos. “Eles precisam encontrar, na família, na escola e na comunidade, espaços seguros para perguntar, expressar suas opiniões, discordar e aprender a ouvir quem pensa diferente”, destaca Clemilson. Essa participação deve respeitar a idade e o desenvolvimento de cada um, sem transferir às crianças responsabilidades que pertencem aos adultos nem transformá-las em porta-vozes de preferências político-partidárias. Despertando a curiosidade e explicando o mundo Nas infâncias, conceitos sobre sociedade e política são compreendidos com mais facilidade quando partem de experiências próximas. A escolha de representantes de turma, as regras da escola, uma assembleia ou até a atuação de um síndico podem ajudar a explicar ideias como representação, responsabilidade, participação e decisão coletiva. “Educar para a democracia não é ensinar em quem votar. É oferecer condições para que crianças e adolescentes aprendam a formular perguntas, buscar informações, reconhecer direitos, dialogar e construir suas próprias opiniões com autonomia e responsabilidade”, reforça o especialista. Assembleias de turma, grêmios estudantis, construção coletiva de regras e debates sobre problemas da escola ou da comunidade são exemplos de práticas que permitem vivenciar princípios democráticos no cotidiano. Combate à desinformaçãoA educação digital também faz parte dessa formação. Segundo a TIC Kids Online Brasil 2025, 64% dos adolescentes de 15 a 17 anos usuários de Internet afirmaram ter lido ou assistido a notícias online. O índice foi de 50% entre 13 e 14 anos, 39% entre 11 e 12 anos e 31% entre 9 e 10 anos. Diante dessa exposição, famílias e escolas podem ensinar práticas simples de verificação: identificar a fonte, observar a data, comparar veículos, distinguir fatos de opiniões e desconfiar de conteúdos que apelam apenas para medo, raiva ou urgência. “Quanto mais crianças e adolescentes aprendem a investigar o que recebem, comparar fontes e refletir antes de compartilhar, maiores são as condições para reconhecer informações enganosas e participar de forma consciente dos ambientes digitais”, comenta Clemilson. Escola como ambiente plural A escola é um dos primeiros espaços públicos de convivência da criança e pode contribuir para que ela aprenda a lidar com diferenças de opinião sem violência, humilhação ou intolerância. Debates mediados, projetos de educação midiática, estudo das instituições democráticas, assembleias escolares e grêmios podem estimular pensamento crítico e participação sem direcionar preferências eleitorais. “Ensinar a conviver com a diversidade é fundamental para a vida em sociedade. Quando reconhecemos a pluralidade, criamos condições para que todos possam pertencer, participar, expressar suas opiniões e exercer seus direitos com respeito aos direitos dos demais”, afirma Clemilson. Para conversar com crianças e adolescentes, os adultos podem começar por perguntas simples: “O que você já ouviu sobre as eleições?”, “Como podemos saber se uma notícia é verdadeira?”, “Por que as pessoas escolhem representantes?” e “É possível respeitar alguém que pensa diferente de nós?”. 
Sobre os Maristas no Brasil
Os Maristas no Brasil integram uma rede global presente em mais de 80 países em todos os continentes. Presentes há 129 anos no país, hoje atuam em mais de 94 cidades, em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. São 97 unidades de educação básica, 34 unidades sociais, instituições de ensino superior: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR e Católica de Santa Catarina, o Hospital Cajuru e Marcelino Champagnat, no Paraná, e Hospital São Lucas, em Porto Alegre, além de editoras, como a FTD Educação. Suas 5 frentes principais – Educação Básica, Ensino Superior, Editoras, Saúde e Centros de Defesas – ofertam educação de qualidade e promovem direitos humanos, engajamento solidário e preservação do patrimônio histórico, espiritual e socioambiental brasileiros.
Assessoria de imprensa Maristas no Brasil

COM CHRIS EVANS E ANYA TAYLOR-JOY, SACRIFÍCIO ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS NESTA QUINTA-FEIRA (15)  

Com distribuição da Diamond Films, longa se passa durante um jantar de gala que é invadido por cultistas revolucionários 
A comédia SACRIFÍCIO (“Sacrifice”), novo filme do cineasta francês Romain Gavras (“Athena”), chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira (15), distribuído pela Diamond Films. Com um elenco recheado de estrelas, como Chris Evans (“Entre Facas e Segredos”), Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), Salma Hayek (“Frida”), Vincent Cassel (“Cisne Negro”) e John Malkovich (“Quero Ser John Malkovich”), o longa conta a história de um grupo de radicais que invade um jantar beneficente determinado a cumprir uma profecia para salvar o mundo.

De família grega, o diretor Romain Gavras utilizou-se de elementos da mitologia grega para criar um conto moderno, pop e divertido sobre pessoas que querem fazer a diferença. “Em SACRIFÍCIO, todo mundo quer mudar o mundo — alguns para sinalizar virtude, alguns por razões profundas, radicais e iluminadas, e outros por ganho pessoal”, explica o cineasta.

Quem assina o roteiro ao lado de Gavras é Will Arbery (“Succession”). O grande elenco do filme ainda conta com Sam Richardson (“Vice”), Jade Croot (“A Morte de Robin Hood”), Miriam Silverman (“A Maravilhosa Senhora Maisel”) e participações dos músicos Yung Lean e Charli XCX.

Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, SACRIFÍCIO estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro.

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Apoio Cultural: Secretaria de Cultura, Secretaria de Turismo – Dr. Bruno Gonçalves, uma gestão que deu certo

Para anunciar no site do Jornal Tribuna do Litoral, ligue: 99745.6357 (Julio Cesar)

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