Acabar com a Polícia e deixar o território livre: Uma fala infeliz em um momento crucial nas pesquisas

O presidente Lula, disse no debate, realizado pela Rede Globo de Televisão, na noite do dia 23, que se a PEC da Segurança Pública for aprovada, vai acabar com a Polícia e deixar o território livre. A declaração do presidente repercute negativamente nas redes sociais e pode comprometer ainda mais o resultado negativo nas últimas pesquisas divulgadas. Mais uma garfe imperdoável do presidente Lula, que agora pode beneficiar o candidato Flávio Bolsonaro nos votos dos indecisos. Alguns jornalistas da Globo tentaram passar a borracha no comentário, alegando que foi uma fala fora de contexto e que o presidente quis dizer ´´acabar com as milícias´´. Muitos descordam e acham que um presidente da república jamais poderia falar algo tão repugnante ao vivo, faltando apenas dois dias para a final da campanha, mesmo que fora de contexto. Onde fica a secretaria de comunicação da presidência que não orienta ao candidato o que se pode falar dentro do contexto e o que se não pode?

Dólar sobe 0,23% e fecha cotado a R$ 5,04´´Acabar com a polícia e deixar o

Sophia Maria Duarte Muniz

O presidente Lula, disse no debate, realizado pela Rede Globo de Televisão, na noite do dia 23, que se a PEC for aprovada, vai acabar com a Polícia e deixar o território livre. A declaração do presidente repercute negativamente nas redes sociais e pode comprometer ainda mais o resultado negativo nas últimas pesquisas divulgadas. Mais uma garfe imperdoável do presidente Lula, que agora pode beneficiar o candidato Flávio Bolsonaro nos votos dos indecisos. Alguns jornalistas da Globo tentaram passar a borracha no comentário, alegando que foi uma fala fora de contexto e que o presidente quis dizer ´´acabar com as milícias´´. Muitos descordam e acham que um presidente da república jamais poderia falar algo tão repugnante ao vivo, faltando apenas dois dias para a final da campanha, mesmo que fora de contexto. Onde fica a secretaria de comunicação da presidência que não orienta ao candidato o que se pode falar dentro do contexto e o que se não pode?

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (22) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,04. O movimento ocorreu em meio à cautela dos investidores com o cenário político brasileiro, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, e ao aumento da aversão ao risco no exterior, diante das tensões no Oriente Médio e das perdas nas bolsas norte-americanas.

Eleições 2026: Justiça Eleitoral monitora risco de temporais no segundo turno

Viviane Bessa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intensificou o monitoramento de riscos climáticos para o segundo turno das Eleições 2026. A previsão indica possibilidade de chuvas intensas e temporais em estados das regiões Sul e Sudeste, com acumulados que podem ultrapassar 200 milímetros em pontos da Região Sul.

Setor produtivo celebra atualização do MEI mas cobra reajuste anual e reforma do Simples

Álvaro Couto

O setor empresarial celebrou o aumento do limite de faturamento para microempreendedores individuais (MEI) aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Lula esta semana, que eleva o teto da categoria para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028. No entanto, os empresários ainda exigem a correção anual automática pela inflação e a reforma do Simples Nacional.

MAIS DE 300 REFÉNS, UMA MULTIDÃO NAS RUAS E UMA FUGA SOB APLAUSOS: A HISTÓRIA REAL POR TRÁS DE ASSALTO À BRASILEIRA  

Em dezembro de 1987, o assalto à agência Banestado, em Londrina, mobilizou cerca de 5 mil pessoas e entrou para a história brasileira. Longa dirigido por José Eduardo Belmonte e protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros estreia em 5 de novembro 

São Paulo, 23 de outubro de 2026 – Na manhã de 10 de dezembro de 1987, um dos episódios mais inusitados da história criminal brasileira começou a se desenrolar no centro de Londrina, no Paraná. Por volta das 11h, sete homens armados e com os rostos encobertos invadiram a principal agência do Banestado, renderam os vigias e anunciaram o assalto. O que parecia ser mais uma ação criminosa se transformaria em um acontecimento acompanhado por milhares de pessoas nas ruas e marcado por um desfecho surpreendente. É essa história que inspira ASSALTO À BRASILEIRA, novo longa de José Eduardo Belmonte (Alemão), protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros. Com distribuição da Galeria, o filme chega aos cinemas em 5 de novembro e revisita um caso que ultrapassou os limites de uma ocorrência policial para se tornar um retrato das contradições sociais e econômicas do Brasil no final dos anos 1980.  O assalto que parou Londrina Naquele dia, mais de 300 funcionários e clientes foram feitos reféns dentro do edifício de três andares. Os criminosos exigiam 30 milhões de cruzados, quantia que equivalia a aproximadamente U$ 10 milhões na época, e um ônibus com os vidros encobertos para garantir a fuga em direção ao estado de São Paulo.   Um dos aspectos mais surpreendentes do caso foi a reação popular. Cerca de 5 mil pessoas se aglomeraram nas imediações do banco para acompanhar o desfecho da ocorrência. Parte da multidão demonstrou apoio aos assaltantes e aplaudiram-os durante o deslocamento até o ônibus utilizado na fuga.  O Brasil atravessava uma grave crise econômica marcada pela inflação e pelo desgaste provocado pelas dificuldades financeiras que atingiam a população. O sentimento negativo em relação ao sistema bancário contribuiu para a reação do público ser positiva como forma de protesto.  O caso real chega às telonas  Em ASSALTO À BRASILEIRA, o diretor José Eduardo Belmonte parte desse acontecimento para construir uma narrativa que acompanha Paulo (Murilo Benício), jornalista recém-demitido que vê no assalto a oportunidade de conseguir um grande furo. Em meio à crise, ele decide intermediar a negociação entre os líderes da quadrilha, Moreno (Christian Malheiros) e Barba (Robson Nunes), e as autoridades. Do lado de fora do banco, o policial Fonseca (Paulo Miklos) conduz as tensas negociações.  Com roteiro de L.G. Bayão (Aumenta que é Rock and Roll), o longa também conta com Fernanda de Freitas e Yohama Eshima no elenco principal. A produção é uma parceria entre Galeria, Santa Rita Filmes e Grupo TeleFilms, com distribuição da Galeria.   Em sua trajetória pelos festivais, o filme conquistou três prêmios no Festival de Brasília: Melhor Ator, para Murilo Benício; Melhor Ator Coadjuvante, para Christian Malheiros; e Melhor Filme pelo Júri Popular. A obra também foi exibida na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival de Cinema Brasileiro de Paris.  ASSALTO À BRASILEIRA estreia em 5 de novembro nos cinemas, com distribuição da Galeria. 
Sobre a Galeria
A Galeria é um estúdio que desenvolve, produz e distribui conteúdo audiovisual brasileiro de alta qualidade, com forte apelo comercial e conexão com o público. Atuando de ponta a ponta, da curadoria e desenvolvimento à produção, lançamento e distribuição, a empresa tem a missão de transformar boas ideias em grandes histórias que emocionam, engajam e valorizam a diversidade e a cultura brasileira.Fundada em 2018, a Galeria se destaca pela combinação entre curadoria refinada, acompanhamento minucioso e parcerias estratégicas com talentos criativos e produtoras de referência no país.A empresa vem construindo uma trajetória sólida no audiovisual brasileiro, com produções que unem inovação, excelência técnica e diálogo com o grande público. Um marco dessa história é a trilogia baseada no caso Richthofen: “A Menina Que Matou Os Pais”, “O Menino Que Matou Meus Pais” e “A Menina Que Matou Os Pais – A Confissão” — realizada em parceria com a Santa Rita Filmes.Entre os lançamentos estão “Mãe Fora da Caixa” (dir. Manuh Fontes), estrelado por Miá Mello, com produção de Morena Filmes; “Um Pai em Apuros” (dir. Carolina Durão), com Dani Calabresa e Rafael Infante; coprodução com Glaz e Disney; além de “Assalto à Brasileira” (dir. José Eduardo Belmonte) e “Pecadora” (dir. Dainara Toffoli), com produção da própria +Galeria, que têm Murilo Benício, Christian Malheiros, Rayssa Bratillieri e José Loreto nos papéis principais.Também estão em desenvolvimento projetos como “Nico” (dir. Mariana Youssef), com Murilo Benício e Kevin Vechiatto, coproduzido com a LB Entertainment, além de futuras produções baseadas na obra da Palavra Cantada.No catálogo recente, a Galeria conta com produções próprias como “Fé Para o Impossível”, além de coproduções com produtoras renomadas, incluindo “A Melhor Mãe do Mundo” (dir. Anna Muylaert), com Shirley Cruz e Seu Jorge, com produção da Biônica Filmes, que teve estreia internacional no 75º Festival de Berlim , “Papai é Pop”, com Lázaro Ramos e Paolla Oliveira, em parceria com a Pródigo; “Fazendo Meu Filme”, com Bela Fernandes, produzido pela Panorâmica; “Meninas Não Choram”, com Letícia Braga e Duda Matte, e produção da Morena Filmes; “Vovó Ninja”, estrelado por Glória Pires, em colaboração com a LC Barreto; “Doce Família”, coproduzido junto à Glaz; “Detetive Madeinusa”, com Tirullipa, coprodução com a Formata; “Partiu América”, com Matheus Ceará, coproduzido com a All Screens; além da trilogia Richthofen, com a Santa Rita Filmes.

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Flávio e Lula participam de atos no país; veja como estão as manifestações

Candidatos à Presidência da República fazem últimos atos neste sábado (24); ambos escolheram o Sudeste para encerrar a campanha eleitoral

Os últimos atos públicos dos candidatos à Presidência da República ocorrem neste sábado (24). Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheram a região Sudeste para encerrar a campanha eleitoral.

O postulante do PL começa o dia em ato na capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. Já o candidato do PT, inicia o dia em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro

Além de Belo Horizonte, o candidato visita também o Rio de Janeiro. Ambos fazem parte do chamado “Bloco do 22”, evento liderado pelo aliado e deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que promoveu uma série de carreatas e comícios pelo país.

O ato na capital mineira está previsto para começar às 9h, na Praça da Liberdade, espaço icônico e histórico na Savassi.

Já o evento no Rio de Janeiro está programado para as 14h, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca.

Há uma expectativa de que o ato possa se deslocar durante a tarde e terminar na frente do condomínio onde já morou o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, no mesmo bairro.Play Video

Lula

O presidente da República cumpre seu último ato antes da eleição, começando pela capital fluminense, onde fará uma caminhada junto com aliados na orla da praia de Copacabana. O evento está marcado para as 10h.

Depois, Lula viaja a São Paulo, onde encerra sua agenda com outra caminhada pela Avenida Paulista, prevista para começar às 16h.

Na capital paulista, devem estar presentes aliados como o candidato a vice na chapa de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), além de políticos que disputaram cargos nas eleições deste ano, mas não se elegeram – como Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB), que disputaram ao governo de São Paulo, e as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), que tentaram uma vaga no Senado, mas não se elegeram pelo estado.

Fonte: CNN

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