

Mais de R$ 3,4 trilhões em despesas públicas: painel Gasto Brasil é lançado no Congresso Nacional
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançaram, no salão nobre da Câmara dos Deputados, o painel Gasto Brasil, que monitora as despesas dos governos federal, distrital, estaduais e municipais. Com dados fornecidos em tempo real, a plataforma foi criada para dar mais transparência às contas públicas e mensurar a qualidade do desembolso dos entes da federação.
Inflação volta ao intervalo da meta
´´Banco Central mantém cautela sobre novos cortes da Selic´´
IPCA acumulado em 12 meses recua para 4,44%; Banco Central mantém próximos passos em aberto após reduzir juros para 14% ao ano
A inflação brasileira voltou a ficar dentro do intervalo de tolerância da meta, mas o resultado de julho, isoladamente, não afasta a cautela do Banco Central em relação aos próximos passos da política monetária. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), avançou 0,07% em julho e acumula alta de 4,44% em 12 meses, enquanto o BC mantém uma postura de cautela sobre os próximos passos da política monetária.
A meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, o que estabelece um limite superior de 4,5%. Com o resultado de julho, portanto, a inflação acumulada em 12 meses voltou a ficar abaixo desse teto.
Na última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 14,25% para 14% ao ano, no quarto corte consecutivo da taxa básica de juros. Apesar da sequência de reduções, o Banco Central evitou antecipar qual será a decisão nas próximas reuniões.
Na ata divulgada nesta terça-feira (11), o Copom reforçou que a intensidade do ciclo de redução dos juros será definida de acordo com a evolução do cenário econômico. O colegiado avalia que o atual ambiente exige cautela diante das incertezas e dos riscos para a trajetória dos preços.
Ceará apresenta projeção de alta no PIB para o biênio 2026-2027, aponta Santander

Em uma previsão de conjuntura na qual o crescimento do PIB no Nordeste se assemelha ao do Brasil para o biênio 2026/2027, segundo estudo do Departamento Econômico do Santander, o Ceará apresenta uma projeção de seguir patamares semelhantes. A perspectiva é de uma alta de 1,6% e 1,2%, respectivamente em cada ano.
O levantamento reúne dados do PIB regional do IBGE até 2023 e projeções para o período de 2024 a 2027. Neste ano, as médias regional e nacional têm previsão de fechar em 1,6% e 1,8%, respectivamente, enquanto a projeção para 2027 é de ambas alcançarem 1% de elevação.

Novo Farol do Mucuripe
Finalmente, depois de quatro meses parado, o Novo Farol do Mucuripe, voltou a funcionar. Observei, hoje, daqui da minha varanda, à 1h30 de hoje, dia 11, terça feira. A versão oficial da Capitania dos Portos para a paralisação é que caiu um raio sobre o Farol.
Há tempos que pesquiso e escrevo sobre o Farol de Fortaleza. Desde a primeira fase do instrumento orientador de navegações, ao lado do Cais do Porto do Mucuripe, o Farol Velho ao Novo Farol, que abordo em reportagens.
E a peça principal do farol sempre foi um hexaedro ótico, com sistema de lentes girando, reproduzindo a luz da lâmpada que fica no centro do equipamento. Sistema que amplia o facho para dezenas de milhas náuticas no oceano.
Até antes da construção do atual farol de 77 metros de altura, em 2017, a luz do Farol era propagada pelo hexaedro, desde 1896. Como a Capitania dos Portos do Ceará nunca se deteve em divulgar a operacionalidade do farol, chego a conclusão que o hexaedro antigo está a pleno vapor.

Presidente da ACI, jornalista Eliézer Rodrigues

Carro adesivado para campanha pode afetar seguro se uso do veículo mudar, alerta especialista
Renato Pavani, da Prime Broker, explica que propaganda eleitoral, isoladamente, não cancela cobertura; atenção deve estar na transformação de um automóvel particular em veículo utilizado em atividade de campanha
Com a aproximação do período eleitoral e o aumento da circulação de veículos identificados com candidatos, partidos e campanhas, um detalhe pouco lembrado pelos motoristas pode trazer consequências na hora de acionar o seguro: a forma como o automóvel está sendo efetivamente utilizado.
O alerta é de Renato Pavani, supervisor de vendas da Prime Broker, corretora de seguros integrante do Grupo AllCross, o maior grupo de corretoras de planos de saúde e odontológicos do Brasil e também atua no segmento de seguros por meio da Prime Broker.
Segundo Pavani, o simples fato de colocar um adesivo eleitoral em um veículo particular não significa, automaticamente, perda da cobertura do seguro. O problema pode surgir quando o carro contratado e declarado à seguradora para uso particular passa, na prática, a ser utilizado de maneira recorrente em atividades de campanha, modificando as condições originalmente consideradas na análise de risco.
“O ponto de atenção não é propriamente o adesivo. Se a pessoa coloca uma manifestação política no próprio carro e continua utilizando o veículo normalmente para fins particulares, estamos diante de uma situação. Outra completamente diferente é quando aquele automóvel passa a trabalhar para uma campanha, transportando pessoas ou materiais, circulando de forma muito mais intensa ou sendo utilizado como instrumento de uma atividade organizada. Nesse caso, pode haver uma alteração importante do risco que foi informado no momento da contratação do seguro”, explica Renato Pavani, da Prime Broker.
A diferença é relevante porque o seguro automotivo é contratado a partir de informações sobre o perfil do segurado e as características de utilização do veículo. Mudanças capazes de representar agravamento relevante do risco devem ser comunicadas à seguradora.
A Lei nº 15.040/2024, que estabelece novas regras para os contratos de seguro no Brasil, determina que o segurado comunique à companhia quando tomar conhecimento de um agravamento relevante do risco. A partir dessa informação, a seguradora pode avaliar a manutenção das condições contratadas, eventual diferença de prêmio ou até a impossibilidade de permanecer garantindo aquele novo risco.
Para Pavani, é justamente aí que mora a confusão.
“Um veículo segurado como particular não deve simplesmente começar a ser utilizado como se tivesse finalidade comercial ou operacional sem que isso seja avaliado. Em uma campanha eleitoral, por exemplo, é possível que o carro passe a percorrer trajetos diferentes, fique mais tempo exposto, transporte materiais ou seja utilizado continuamente por outras pessoas. São elementos que podem mudar a análise feita pela seguradora”, afirma.
Adesivo eleitoral é permitido, dentro das regras
Do ponto de vista eleitoral, a legislação permite propaganda por meio de adesivo plástico em automóveis, caminhões, bicicletas e motocicletas, desde que o material não exceda 0,5 metro quadrado, conforme previsto na Lei das Eleições.
A existência da propaganda, entretanto, deve ser separada da análise securitária. Uma coisa é a legalidade eleitoral do adesivo; outra é saber se a utilização efetiva do automóvel permanece compatível com aquilo que foi declarado à seguradora.
“O motorista não precisa concluir que colocar um adesivo no carro fará automaticamente o seguro deixar de existir. Essa interpretação seria exagerada. O que recomendamos é transparência: se o veículo vai deixar de ter exclusivamente aquela utilização particular informada na contratação e começará a ser usado sistematicamente em campanha, o melhor caminho é comunicar o corretor ou a seguradora e verificar se há necessidade de adequação da apólice”, orienta Pavani.
A própria lógica dos contratos de seguro considera as características do risco assumido pela companhia. Por isso, informações inexatas ou mudanças relevantes não comunicadas podem gerar discussões quando ocorre um sinistro. A legislação atualmente em vigor também prevê expressamente o dever de comunicação do agravamento relevante do risco.
Manifestação pessoal é diferente de carro a serviço da campanha
Pavani destaca que é necessário analisar cada situação individualmente. Um eleitor que utiliza o carro normalmente e apenas manifesta apoio a determinado candidato não está necessariamente dando ao automóvel uma nova finalidade.
O cenário muda quando existe uma relação direta entre a utilização do veículo e as atividades da campanha.
“É preciso separar a manifestação pessoal do uso operacional. Um adesivo no vidro ou na lataria de um carro que continua levando o proprietário ao trabalho e às atividades da família não transforma automaticamente aquele veículo em automóvel comercial. Mas, se ele passa a ser utilizado diariamente pela campanha, essa característica precisa ser considerada. Seguro trabalha com risco, e mudança de risco precisa ser tratada com clareza”, reforça.
Na avaliação do especialista, o período eleitoral serve também como lembrete para uma prática que deveria ocorrer durante todo o ano: revisar a apólice quando houver mudanças significativas na utilização de um veículo.
Motoristas que passaram a trabalhar com transporte, entregas, deslocamentos profissionais frequentes ou outras atividades diferentes daquelas declaradas inicialmente também devem verificar se o contrato continua adequado ao uso real do automóvel.
“Muitas vezes, o problema só aparece quando acontece um acidente, um roubo ou outro sinistro. O melhor momento para descobrir se a apólice está adequada é antes disso. Informar corretamente como o carro é utilizado é uma das formas mais importantes de evitar questionamentos futuros sobre a cobertura”, conclui Renato Pavani.


Rayssa Marjorie, Garota Litoral 2024
Platéia do maior evento de beleza de Aquiraz

Recebendo amigos na nossa edição do Garota Litoral na Praça da Igreja Matriz de Aquiraz.

Comissão Julgadora

Encontro de Jornalistas na ACI

Jornalista Maurício lima, presidente do BNB Clube da Av. Santos Dumont,
Fernando Farias, repórter do Jornal Tribuna do Litoral e do Comércio do Ceará e Eliézer Rodrigues, presidente da ACI.
JUSTIÇA
Justiça seja feita para reconhecer, sem nenhuma sombra de dúvida, que a ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA-ACI tem na presidência o jornalista ELIEZER RODRIGUES que, em tão pouco tempo após ser eleito, vem revitalizando a cada dia a participação da ACI nos temas de interesse dos jornalistas cearenses.
Aplausos a ELIEZER RODRIGUES – objetivo, simples e determinado -, e que em 2026 novas e importantes conquistas venham para unir, valorizar e ratificar a relevância dos jornalistas do Estado do Ceará.

Lançamento do “Prêmio de Jornalismo” da Associação Cearense de Imprensa-ACI, no Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa do Ceará. A partir da esq.: jornalistas Antônio Viana, Macário Batista, pres. do Comitê; Eliézer Rodrigues, pres. da ACI; Barros Alves e Pedro Gomes de Matos Neto.
INFORMAÇÕES PARA COLUNA : WHATSHAPP 99745.6357 – 99189.1230


*** Destaque ***
Desatque da coluna para os advogados: casal, Dra. Luiza Castelo e Dr. Silveira, advocacia especilalizada atendo no centro de Aquiraz.



